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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Populaçao Italiana atinge 60 Milhoes de Habitantes

A população da Itália superou pela primeira vez os 60 milhões de habitantes em 2008, sobretudo devido à entrada de imigrantes, informou o Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), ressaltando que estes dados ainda são "de caráter provisório".

De acordo com o Istat, no ano passado "a população residente no território italiano cresceu em 434 mil pessoas, o que representa um aumento de 7,3 habitantes para cada mil, fato que determinou a histórica superação de 60 milhões de residentes no país em 1 de janeiro de 2009".

O Instituto Nacional de Estatística da Itália revelou também que foram necessários 50 anos para a população aumentar em 10 milhões, e apenas 30 anos para passar de 30 a 40 milhões, entre 1896 e 1926.

O aumento populacional é causado pela imigração e pela longevidade dos italianos, já que "os cidadãos com mais de 65 anos representam 20,1% da população total (em 1999 eles eram 17,6% dos habitantes)", segundo os dados coletados em janeiro deste ano.

Os dados apontaram ainda que a área com maior crescimento populacional foi a região nordeste, seguida pelo centro e pela noroeste.

"Com a sucessiva transformação da Itália em país emigratório ao invés de imigratório, junto com a redução do número de nascimentos, a população subitamente sofreu uma vistosa aceleração nos últimos anos", informa o instituto.


Fonte: Jornal da Mídia

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Itália, Imagens deslumbrantes

A Torre Inclinada de Pisa, construção iniciada no século 12. A Torre foi reaberta à visitação pública desde 2001, após os esforços para solucionar o aumento de sua inclinação.

Cenário deslumbrante dos Alpes Italianos, na região de Piemonte, norte da Itália.

Florença, capital da Província de Firenze, região de Toscana. A cidade, fundada pelos romanos no primeiro século a.C., chegou a ser a capital da Itália entre 1865 e 1871.


Piazza Navona, em Roma. Duas fontes e a igreja de Sant' Agnese.


Capri - Esta ilha na província de Nápoles é um dos mais populares resorts do sul da Itália. Seu cenário magnífico e clima ameno atrai turistas de todo o mundo


Ruínas de templo grego em Agrigento, Sicília

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Veneza - Um espetáculo da natureza


Vista do Grande Canal, principal via de transporte em Veneza
Por Ana Lúcia Busch

Chegar a Veneza pela primeira vez transforma as expectativas criadas em torno da cidade em sombras diante do espetáculo de cores e luzes que se espalha ao longo dos canais que desenham a malha urbana. Em um passeio a pé pelas ruas estreitas ou navegando pelos inúmeros canais, não é possível deixar passar um único minuto sem esbarrar em uma nova atração.

"Quando eu cheguei a Veneza, descobri que meu sonho havia se tornado inacreditavelmente, mas simplesmente_ meu endereço."

UM POUCO DA HISTÓRIA:
Situada na região do Vêneto, no nordeste da Itália, e banhada pelo mar Adriático, Veneza foi construída sobre uma série de ilhas e se tornou uma das maiores potências marítimas da Idade Média, além de um importante centro de intercâmbio comercial e cultural com o Oriente.

O povoamento da região data do século 6 d.C. Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão Bonaparte. Quase um século mais tarde, em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália, que havia nascido cinco anos antes.

Entre eles, o palácio Ducal, reconstruído nos séculos 14 e 15 para ser residência dos doges (governantes da cidade) e sede do governo e palácio da Justiça da 'Serenissima Repubblica di Venezia', que complementa o conjunto arquitetônico veneziano.

ATRAÇÕES:
O melhor
Caminhar sem rumo pelas ruas de Veneza é uma delícia. Mas pule da cama antes das 9h, quando ainda poucos turistas começaram as longas caminhadas pelas ruazinhas da cidade. Conforme a hora vai passando, famílias em férias, casais, mochileiros e grupos de excursão começam a se acotovelar nos locais mais movimentados, quase todos construídos no século 18, quando bem menos gente passava por ali. É bom lembrar que, a cada ano, 12 milhões de turistas visitam Veneza.

O pior
O lado ruim de tudo isso é que milhares de turistas lotam a cidade praticamente durante o ano todo, tornando as caminhadas se acotovelando com a multidão um pouco cansativas e a hospedagem e as refeições muito mais caras que no restante da Itália. Não se deixe abater: a viagem vale qualquer esforço.

Grande Canal
Um passeio de "traghetto" (uma espécie de gôndola coletiva) pelo Grande Canal, muito mais barato que o aluguel de uma gôndola, que pode chegar a US$ 80 por duas horas de passeio. Ao entardecer, o sol colore as fachadas dos palácios ao longo do canal e realça os reflexos na água.

Basílica de San Marco
Uma das mais exóticas catedrais da Europa, a Basílica de San Marco exibe uma surpreendente coleção de mosaicos, como "A Chegada do Corpo de San Marco", na fachada. A visita é cansativa, pois é preciso seguir em fila por um trajeto definido durante todo o tempo. Procure chegar bem cedo, antes dos grupos de turistas que lotam a igreja a maior parte do dia.

Escola Grande de San Rocco
Abriga uma das mais importantes coleções da Europa sobre um único artista _ Jacopo Tintoretto. Vale uma tarde de contemplação.

Sorvete Italiano
Em quase todas as esquinas há uma sorveteria com dezenas de sabores, mas uma das melhores, a Palolin, fica no Campo Santo Stefano. Experimente o sorvete de Nutella.

Praça San Marco
Resume tudo o que você leu, viu e ouviu sobre Veneza antes de chegar lá. A imensa praça, sempre lotada de turistas, artistas de rua e pombos, é um enorme páteo rodeado pela Basílica de San Marco, o Campanile, a Torre do Relógio, o Museu Correr entre outras atrações. A vista do alto do Campanile é deslumbrante.

A Torre do Relógio, construída no final do século 15, exibe as fases da lua e os signos do zodíaco, representados em azul e dourado no grande relógio. Uma lenda conta que depois que os inventores do relógio terminaram a obra tiveram seus olhos arrancados para que não pudessem repetir tal projeto. No alto está a figura do leão alado de San Marco, símbolo da cidade de Veneza.
Ainda nas adjacências, o Palácio Ducal foi residência dos governantes de Veneza, chamados de doges, no século 9. O corpo principal do palácio é todo feito em mármore.

Ponte Rialto
Um dos locais mais famosos de Veneza, a ponte oferece belas vistas do Grande Canal e serve de marco para o centro da cidade.

Galeria da Academia
Abrigada em um magnífico palácio, apresenta uma coleção extraordinária de arte veneziana.

COMIDA:
Programa gastronômico em Veneza nunca está completo sem experimentar um petisco nos "fritolins" (botecos). É ali que os venezianos se encontram para tomar seu "ombra" (copo de vinho) e comer peixes fritos. Para uma comida de verdade, vale a pena caminhar até o Rialto para comer no modesto restaurante Da Pinto, que "bacalà mantecato" desde 1890.

Quem puder gastar um pouco mais _e andar muito menos a partir da praça San Marco_ deve ir ao Harry's Bar. Esse restaurante apertado é um templo da gastronomia onde foram inventados o drinque bellini (drinque de vinho espumante com sumo de pêssego) e o carpaccio, ainda hoje servido com o molho original: maionese, caldo de carne e mostarda.

A história do prato é um capítulo à parte. Giuseppe Cipriani (fundador do restaurante e pai do atual proprietário) serviu carpaccio pela primeira vez a uma condessa que, por problemas de saúde, não podia comer grelhados, frituras ou cozidos. Cortou um pedaço de carne em fatias bem finas e acrescentou o molho que utilizava para o preparo da carne normal. A condessa gostou tanto da refeição que perguntou seu nome para que pudesse pedi-la todos os dias. Cipriani batizou o prato ao lembrar uma exposição de Vittore Carpaccio, pintor do século 15 que usava muito vermelho em suas obras.

Outros restaurantes recomendados são a Osteria da Fiore e o Do Forni, cujo proprietário costuma sugerir pratos surpresa aos clientes.

O cardápio básico em Veneza inclui peixes e frutos do mar e grãos, como arroz e feijão, além de aspargos, abóboras e ervas, vegetais típicos da região do Vêneto. Quase todos os restaurantes oferecem menus a preços fixos, quase sempre mais baratos que os pedidos a la carte.


NA HORA DE PEDIR

Risi e Bisi
Preparado com arroz, ervilhas, "pancceta" (bacon fresco), manteiga e caldo de vegetais, significa exatamente arroz e ervilha, no dialeto veneziado

Risoto nero
Lula, cebola, alho, azeite e vinho branco temperam o arroz, que adquire coloração preta pelo uso da tinta da lula

Bacalá Mantecato
Purê de bacalhau, preparado com o "stoccasisso" (bacalhau seco) hidratado, cortado em tiras e batido com alho e azeite de oliva, normalmente acompanhado por polenta grelhada

Baoacoli Veneziani
Biscoitos feitos com manteiga, farinha, açúcar, fermento e clara de ovos

Fegato alla Veneziana
Fígado de vitela preparado com cebola, azeite, manteiga, salsinha, crouton de pão frito na manteiga e uva passa, servido com polenta

Sopa de Pão
Preparada com pão vêneto grelhado, "brodo" (caldo de vegetais), queijo e erva-doce.



O Parque Jardim Sigurtá, um oasis verde no Lago de Garda


As margens do rio Benaco, numa das regiões mais procuradas da Itália, a do Lago de Garda, são um ótima alternativa para conhecer uma região muio bonita e com clima agradável e várias atrações para todos os públicos. Uma das mais conhecidas e adoradas principalmente pelas crianças é o parque de diversões Gardaland, mas o destaque aqui será para o Parque de Sigurtà.

Seiscentos mil metros quadrados, um entre os cinco jardins mais extraordinários do mundo com 18 laguinhos e uma grande variedade de plantas e flores, como tulipas, íris, rosas, ninfas, a grama Aster que fica ao lado da grande Quércia, a meridiana horizontal, o Eremo, o jardim das plantas medicinais e as 40 mil “esculturas vivas” com imagens surreais.

O Parque de Sigurtà, que neste ano de 2008 comemora os 30 anos de abertura ao público, nasceu da fusão de um Parque histórico que surgiu em 1617 e um jardim moderno: o seu atual aspecto e a vegetação tão vasta se devem a Carlo Sigurtá, que em 1941 comprou uma pedaço de terra agrícola e depois de alguns anos, recorrendo a um, direito secular de atingir a água do rio Mincio, deu vida ao parque, conseguindo que as colinas áridas morênicas florescessem.

O parque pode ser visitado a pé, de bicicleta (que podem ser alugadas na entrada do local), com veículos usados nos campos e golf ou com o trenzinho que percorre os 7,5 quilômetros do Percurso dos Encantos.

Sigurtá fica aberto até o começo de novembro, todos os dias das 9 às 18h. A entrada custa 9,5 euros para os adultos, e 6 euros para garotos até 14 anos e gratuito para crianças.

Itália, informações úteis e históricas

A Itália é um país europeu, localizado no sul do continente, ocupando a quase totalidade da Península Itálica, mais as ilhas da Sardenha e Sicília. A capital da Itália é Roma, que é também a maior cidade do país. A fundação do moderno Estado italiano data da Unificação, completada em 1870.

História da Itália

A Itália, um país do sul da Europa que faz fronteira ao norte com França, Suíça, Áustria e Eslovênia, cujo território principal forma uma península no mar Mediterrâneo e inclui as ilhas de Sardenha, Sicília, Ischia e Capri, sofreu, historicamente, a influência de etruscos, gregos e celtas antes de ser unificada em 262 a.C. pelo domínio romano; Roma continua a ser a capital da Itália até hoje. O nome Itália vêm da Roma antiga. Os romanos chamavam de Itália o sul da península Itálica ou Apenina, que significa "terra de bois" ou "terra de pastos".

A Itália influenciou bastante o desenvolvimento cultural e social de toda a Europa mediterrânea, bem como teve muita influência sobre a cultura européia. Importantes culturas e civilizações existitam no país desde tempos pré-históricos. No II milênio, a civilização dos terramares (Pó) já conhecia o bronze; a dos vilanovianos, no II milênio, corresponde à difusão do ferro.

A partir do século VIII a.C., os gregos fundaram colônias na Sicília e na Itália do Sul (Grande Grécia); ao mesmo tempo se instalavam na Itália os etruscos, de origem asiática, que dominaram esta parte do mundo durante séculos. A civilização etrusca conheceu seu apogeu nos séculos VI e V a.C. Enquanto os etruscos se estendiam pelo Norte, os púnicos controlavam a Sicília e a Sardenha. Nos séculos V e IV a.C., os celtas instalaram-se na planície do Pó (Gália Cisalpina). Do século IV ao século II a.C., Roma conquistou progressivamente toda a península, de tal forma que sua história se confunde com a da Itália.

Política Italiana

A Itália é uma democracia parlamentar.

A Constituição italiana de 1948 estabeleceu um parlamento bicameral, que consiste de uma Câmera dos Deputados (Camera dei Deputati) e de um Senado (Senato della Repubblica) bem como um sistema judiciário; e um sistema executivo composto de de um Conselho de Ministros (Consiglio dei ministri), liderado pelo primeiro-ministro (Presidente del consiglio dei ministri). O presidente da república (Presidente della Repubblica) é eleito para mandatos de sete anos de duração pelo parlamento, juntamente com um certo número de delegados regionais. O presidente escolhe o primeiro-ministro, e este proõe os outros ministros, que são aprovados pelo presidente. O Conselho de Ministros precisam ter apoio (Fiducia - confiança) de ambas as casas do parlamento.

Os deputados que são eleitos para o parlamento são eleitos diretamente pela população. De acordo com a legislação italiana de 1993, a Itália tem membros únicos de cada distrito do país, para 75% dos postos no parlamento. Os outros 25% dos postos parlamentares são distribuídos regularmente. A Câmara dos Deputados possui oficialmente 630 membros (mas de fato, são apenas 619 depois das eleições italianas de 2001). O Senado é composto por 315 senadores, eleitos pelo voto popular, bem como ex-presidentes e outras pessoas (não mais que cinco), indicadas pelo presidente da república, de acordo com provisões constitucionais especiais. Ambas as Câmaras de deputados e o senado são eleitos para um mandato de no máximo cinco anos de duração, mas elas podem ser dissolvidas antes do término do mandato. Leis podem ser criadas na Câmara de deputados ou no Senado, e para serem aprovadas, precisam da maioria em ambas as Câmaras.

O sistema judiciário italiano é baseado nas leis romanas, modificadas pelo Código Napoleônico e outros estatutos adicionados posteriomente. Há também uma corte constitucional (Corte Costituzionale), uma inovação pós-segunda guerra mundial.

Sub-Divisões da Itália

As vinte regiões da Itália são a primeira subdivisão do país, tendo sido instituídas com a Constituição de 1948 com o objetivo de reconhecer, proteger e promover a autonomia local.

Cinco das vinte regiões possuem um estatuto especial (Friuli-Venezia Giulia, Sardenha, Sicília, Trentino-Alto Ádige, e Vale de Aosta), o que lhes garante mais ampla autonomia para legislar sobre diversas matérias que não seja de monopólio do estatal. Estas cinco regiões são autônomas por fatores culturais, lingüísticos e geográficos.

Cada região tem um conselho (consiglio regionale, na Sicília assemblea regionale) eleito e uma junta (giunta regionale) encabeçada por um presidente. A junta é responsável pelo conselho e deve renunciar se falhar em manter a sua confiança.

As quinze regiões de estatuto ordinário foram estabelecidas por várias leis em 1970 e elas servem prioritariamente para descentralizar a máquina de governo do Estado, e administrações recentes têm dado mais poderes às regiões. Muitas das regiões do norte estão buscando mais autonomia e poder. As regiões são encabeçadas por um comissário que serve para coordenar os assuntos e atividades do aparato do governo central. Os governos provinciais e comunais seguem princípios similares: conselhos e juntas encabeçadas por presidentes provinciais ou prefeitos comunais.

A autonomia regional (federalismo) tem sido um assunto dos políticos italianos em anos recentes, sem dúvida ajudado pelo surgimento de partidos tais como a Liga Norte.

Economia

Até a segunda guerra mundial, a economia da Itália era baseada primariamente na agricultura. Porém, após o fim da guerra, a economia do país passou por grandes mudanças, que tornaram a Itália um país primariamente industrial. A Itália foi um dos membros fundadores da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e da Comunidade Econômica Européia, que são os antecessores da atual União Européia - criada em 1993 pelos membros da Comunidade Econômica Européia - da qual a Itália também faz parte.

Devido ao seu terreno acidentado, a maior parte da Itália não possui solo apropriado para a prática da agricultura, fazendo com que o país seja um importador de alimentos. Além disso, o país possui poucos recursos naturais importantes, tais como petróleo, ferro e carvão, por exemplo, obrigando o país a importar também estes recursos naturais de outros países para o abastecimento de suas indústrias. Também por causa da falta destes recursos naturais, a Itália é obrigada a importar muito da eletricidade consumida no país.

A Itália possui grandes diferenças socio-econômicas entre a região norte e a região sul do país. O norte da Itália é altamente industrializado, e onde está localizado o centro financeiro do país, a cidade de Milão. A taxa de desemprego no norte do país é de aproximadamente 4%. Enquanto isto, a economia do sul do país ainda é dependente primariamente da agricultura. No sul do país, a taxa de desemprego é de aproximadamente 20%, cinco vezes maior do que no norte do país. Além disso, pessoas do sexo feminino possuem mais dificuldades em achar um emprego do que pessoas do sexo masculino. Esta dificuldade se acentua no sul - por causa do maior conservadorismo da população do sul da Itália, em relação à população do norte do país.

Numa perspectiva histórica, a Itália, que se destacou nos primeiros 500 anos da era Cristã pelo Poder do Império Romano, na Idade Média pela influência do Poder temporal da Igreja Católica, mais tarde, no Renascimento, pela vitalidade econômica das Cidades-Estado, Veneza, Florença e Génova, teve sua vitalidade econômica prejudicada na Revolução Industrial por ter escassez de matérias primas e de fontes de energia e um Mercado insufuciente para desenvolver indústrias competitivas.

Com o mercado comum da União Europeia, e sua moeda forte, o Euro, a Itália se destaca em muitos segmentos da indústria do conhecimento, da moda ou da indústria de serviços. O PIB italiano é próximo ao PIB inglês e ao PIB francês, e a renda per capita italiana é aproximadamente a mesma da renda per capita da Alemanha.

Demografia da Itália

A Itália tem um das densidades de população mais altas da Europa. Densidades de cerca de 200 pessoas por Km² ocorrem na maioria da Planície italiana Norte; na costa Lígure; no Vale do Arno e Toscânia do norte; nas regiões adriáticas montanhosas de Marche, Abruzzi, e Molise; a maioria da Úmbria, Lácio, Calábria, e Apúlia; e muitas áreas litorâneas na Sicília. As áreas escassamente povoadas são os planaltos Alpinos, partes do Apeninos na Ligúria e Calábria; e os pântanos de Toscânia e Lácio.

O coeficiente de natalidade atual da Itália e a taxa de mortes estão ligeiramente abaixo da média européia. O crescimento da população diminuiu em 4,4 % da década de 1970 para 1990. Embora a taxa de crescimento comum no Mezzogiorno (sul) ,é mais alta que no norte, a população de Itália central, e do norte, tendeu geralmente a crescer mais rapidamente do que isso, no Mezzogiorno, principalmente por causa de um padrão de migração interno, no qual as pessoas do sul menos desenvolvido iam em direção ao norte à procura das maiores oportunidades econômicas que eles esperavam achar nas áreas desenvolvidas.

Só três quartos da população vivem em áreas urbanas, com uma média perto da européia. Roma, a capital da nação, também é a maior cidade. Milão, Nápoles, e Turim, cada uma, têm mais de um milhão de habitantes. Milão é a principal cidade comercial da Itália, centro financeiro, e industrial. Outras cidades grandes incluem Génova, Palermo, Bolonha, Florença, Catânia, e Veneza.

A emigração foi por muito tempo uma característica da população da Itália. Entre 1861 e 1965, calcula-se que 26,5 milhões de italianos emigraram, principalmente para os Estados Unidos, Argentina, e Brasil. Só 6 milhões voltaram. A partir da Segunda Guerra Mundial continuou a emigração, principalmente por parte de trabalhadores que deixaram temporariamente a Itália para empregar-se noutras nações européias: na Alemanha (particularmente a Ocidental) e a Suíça. Só aproximadamente 25 % de todos os migrantes durante este período emigraram permanentemente para o ultramar. Durante os anos 80 e 90 uma tendência nova se desenvolveu: A própria Itália começou a atrair os imigrantes, primeiro da África Norte, depois da Albânia, Iugoslávia, e outros países da Europa Oriental.

Fonte: Wikipédia

Informações geográficas, culturais e econômicas da Itália


DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 301.302 km²
CAPITAL: Roma
POPULAÇÃO: 58,8 milhões (estimativa 2005)
MOEDA: Euro
NOME OFICIAL : República Italiana (Repubblica Italiana)
NACIONALIDADE: italiana
DATA NACIONAL: 25 de abril (Dia da Libertação).

GEOGRAFIA DA ITÁLIA:

MAPA DA ITÁLIA
LOCALIZAÇÃO: sul da Europa.
FUSO HORÁRIO: +4h em relação à Brasília
CLIMA DA ITÁLIA : mediterrâneo (SUL), temperado oceânico (NORTE).
CIDADES DA ITÁLIA (PRINCIPAIS): Roma, Milão, Nápoles, Turim, Palermo, Gênova, Veneza, Florença.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: italianos 97,7%, outros 2,3% (censo de 1996).

IDIOMA: italiano (oficial), dialetos italianos, alemão, rético, francês, grego, albanês, sardo.

RELIGIÃO: cristianismo 83,2% (católicos), sem filiação e outras 16,8%.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 195 hab./km2.

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0% ao ano (1995-2000).

TAXA DE ANALFABETISMO: 1,5% (censo de 2000).

RENDA PER CAPITA: US$ 28.760 (estimativa 2007).

ECONOMIA DA ITÁLIA :
Produtos Agrícolas: beterraba, uva, milho, tomate, trigo.
Pecuária: bovinos, suínos, bovinos, aves.
Mineração: petróleo, sal rochoso, feldspato, linhito, pedra-pome.
Indústria: máquinas, refino de petróleo, alimentícia, metalúrgica, química.


Consulado Italiano
Av. Higienópolis, 436 - Higienópolis
CEP 01238-905 - São Paulo - SP
tel. (0xx11) 3663-7800
fax (0xx11) 3825.6443

Embaixada da Itália
Tel. (061) 443-0044, fax (061) 443-1231, e-mail: embitcult@embitalia.org.br - Brasília, DF.