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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Festas Italianas: começa o Carnaval dos Povos de Gênova


O Carnaval de Gênova chama-se há vários anos de Carnaval dos Povos. Não por acaso, pelo menos uma vez por ano, a cidade fica no centro do Mediterrâneo.

As comemorações duram duas semanas, de 5 até 20 de fevereiro e oferecem uma programação intensa. Cada um dos 9 municípios, que formam a cidade de Gênova será ligado a um país do Mediterrâneo. Os grupos musicais e as escolas ou companhias de dança de nove Municípios deverão produzir músicas originais e coreografias de carnaval inspiradas em nove realidades artísticas da worldmusic.

Esta iniciativa, tão importante, é um sinal de paz e de troca cultural que já viu a participação de 120.000 presenças na última edição.


Foto Alex Scarcella
http://www.blogbelavida.com.br/

Dica: Blog AleItália

domingo, 27 de dezembro de 2009

Campanha quer incentivar os italianos a visitarem os monumentos "de casa"


O slogan/ameaça Se non lo visiti lo portiamo via (Se não o visite, levamos embora), escolhido pelo Ministério pelos Bens Culturais para promover os monumentos e sítios arqueológicos italianos, está conseguindo bons resultados.

Como se pode observar pelas imagens, no caso de uma afluência não adequada da parte dos apaixonados pela beleza histórica e arquitetônica do Bel Paese, o Coliseu será desmontado e o David de Donatello, levado para um outro lugar, onde poderá ser realmente acolhido e admirado.

A nova campanha de comunicação do MiBAC, (que entra dentro das iniciativas onde já se encontra o mapeamento virtual de Pompéia) tem como objetivo a descoberta, por parte dos próprios italianos, do patrimônio histórico e cultural do país. Uma tentativa de inverter o trend negativo dos visitantes, perseguindo um aumento de visitas de pelo menos 3% em 2010, 5% em 2011 e dez por cento em 2012.

http://www.blogbelavida.com.br/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

História da Culinária Italiana

Entre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, está a gastronomia. A cozinha italiana é talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional. Isso é sem duvida conseqüência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos e alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo.

Uma das etnias que mais influenciou na formação dessa cultura foram os árabes, que, a partir do século IX, principalmente na Sicília, implementaram a culinária local com o açúcar, o arroz, a canela, o açafrão, a berinjela e os doces. Além disso, transmitiram as técnicas de produção de figos secos e passas.

A partir de 1600 os espanhóis também deixaram sua marca, principalmente com novos produtos originários da América como, por exemplo, o tomate, a batata, o feijão, o milho, o cacau, o rum e o café. Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses transmitiram agregaram à culinária italiana a utilização de pratos com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite. Eles também ensinaram aos cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigração dos italianos para a América (Nova York, Buenos Aires e São Paulo), a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar a pizza e o famoso “spaghetti al sugo”, pratos conhecidos e apreciados em todo o mundo.

Portanto, é difícil falar numa cozinha italiana, o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana. Além das diferenças gastronômicas entre o sul e o norte, dentro da mesma região encontra-se em várias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram no local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.

Em poucas palavras, na gastronomia do norte da Itália predominam produtos de influência francesa, austríaca e húngara, com o emprego de muitos produtos derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influência árabe, quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne de coelho, ovina, caprina e suína.

Nos bosques e montanhas predominam os famosos “funghi” e muita caça. Já no litoral, encontra-se diversos tipos de peixe, com destaque para o atum e o peixe “spada”, além de muitos frutos do mar e bacalhau.

Dentro do cenário gastronômico italiano, também há a Cozinha Mediterrânea, principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sicília e Sardenha, a qual é conhecida pelos italianos como “cozinha sadia”, rica em carboidratos, frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva.

Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riquíssima cozinha tipicamente regional de todas as partes da Itália e apreciadas em todo o mundo.

Por Prof. Francesco Rosito

Dica: Itália.org

sábado, 24 de outubro de 2009

A Imigração Italiana

Vindo para o Brasil em busca do sonho de uma vida melhor e de paz, os italianos construíram aqui grandes colônias, que os transformaram em um dos povos mais queridos e influentes da cultura brasileira.

Personagens insólitos de novelas, macarronada aos domingos e até nome de time de futebol. A influência dos italianos marcou de forma definitiva o Brasil desde que esses imigrantes começaram a vir para cá no século XIX. Até mesmo personagens revolucionários, como Giuseppe Garibaldi, vieram para o nosso país e ajudaram a construir a história brasileira.

O resultado da vinda dos italianos para o Brasil pode ser sentido até hoje em redutos centenários; em alguns bairros, como o famoso Bixiga, em São Paulo; e em cidades inteiras, como Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Colônias como essas abrigam desde as tradicionais cantinas, com pratos que já se misturaram à culinária do país (quem pode dizer que a pizza não é brasileira?), até torcedores de times genuinamente italianos, como o Palmeiras — que originalmente se chamava Palestra Itália, mas foi forçado a mudar de nome durante a Segunda Guerra Mundial.

Toda essa história teve início no século XIX, quando ocorreram grandes modificações políticas e econômicas na Europa. Terminadas as guerras napoleônicas, o Congresso de Viena (1814/1815) estabeleceu arbitrariamente novos estados, formas de governo e alianças, sem levar em conta a opinião dos povos a eles submetidos.

Assim, a Itália viu-se dividida em sete estados soberanos e, como conseqüência, houve o surgimento do ideal de unificação, a qual foi obtida apenas em 1870, graças a Vitor Emanuel II, ao primeiro-ministro Cavour e ao herói da Revolução Farroupilha, Giuseppe Garibaldi.

Terminada a luta, o sonho de paz e prosperidade foi substituído por uma dura realidade: batalhões de desempregados e de camponeses sem terras, que não tinham como sustentar sua família.

E a Revolução Industrial na Europa acabou piorando essa situação, já que o advento das máquinas provocou a substituição do trabalho humano e com muito mais lucro e perfeição. Diante desse quadro, a solução encontrada por esses trabalhadores foi sair de seu país em busca de novas terras, inexploradas e ricas. “Basicamente, todos os povos que imigraram do final do século XIX até metade do século XX fizeram isso porque as condições socioeconômicas em seu país de origem eram precárias”, conta Luciana Facchinetti, mestre em História Social.





Ilustração do italiano Giuseppe Bandi, publicada em 1889 mostrando Giuseppe Garibaldi carregando o corpo de sua mulher, Anita Garibaldi, morta por soldados papais, em 1849. Ambos são heróis tanto no Brasil quanto na Itália.


Norte versus Sul

Embora a crise econômica de toda a Itália tenha se intensificado durante o final do século XIX, ela não abalou da mesma forma as diversas regiões do país.

O norte foi a primeira área a ser atingida, pois foi ali que começou a ser desenvolvida a industrialização, que acabou deixando os agricultores (que complementavam sua renda com o trabalho artesanal) sem emprego e sem um mercado no qual pudessem vender seus produtos — que não podiam competir com os produzidos pelas fábricas locais ou com os importados.

Foi essa região da Itália que forneceu as primeiras grandes levas de imigrantes. O sul só viveu esse processo mais tarde, principalmente a partir do início do século XX. Atualmente, por ter sofrido antes o processo de industrialização, o norte da Itália apresenta uma economia bem mais desenvolvida que o sul, que permaneceu baseado no sistema agrário por muito mais tempo.

Fonte: Educacional

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Documentos revelam que Mussolini espionou para a Grã-Bretanha


Ele fazia parte do eixo nazista que quase deixou a Grã-Bretanha de joelhos na Segunda Guerra Mundial, mas documentos históricos agora revelam que o ditador italiano Benito Mussolini já esteve na folha de pagamento da inteligência britânica. Durante a Primeira Guerra Mundial, Mussolini era um jornalista socialista que dirigia o jornal popular Il Popolo d'Italia em Milão. Na época, a Itália era aliada à Grã-Bretanha e à França na luta contra a Alemanha.

Os serviços secretos britânicos precisavam desesperadamente que Mussolini imprimisse propaganda em prol da guerra para manter a Itália na batalha, disse o historiador Peter Martland, de Cambridge, que descobriu detalhes dos pagamentos semanais de 100 libras feitos pelo MI5 a Mussolini em 1917.

- A inteligência britânica estava subsidiando o jornal de Mussolini e de forma barata. Mas era uma parte de uma campanha maior para fazer com que a Itália permanecesse na guerra - disse Martland.

Martland disse que os pagamentos foram autorizados por Sir Samuel Hoare, um parlamentar que chefiava uma equipe de espiões de 100 pessoas cujo objetivo principal era manter a Itália como aliado. Embora 100 libras por semana fosse muito dinheiro há 92 anos, era uma gota no oceano comparado ao que a Grã-Bretanha gastava no esforço de guerra.

- É muito dinheiro, mas essa guerra estava custando 4 milhões de libras por dia, perto de 13 milhões de libras por semana - disse Martland.

Mussolini contratou brutamontes para espancar manifestantes pacifistas -uma tática que ele reutilizaria com seus camisas-negras fascistas.

- Mussolini estava usando violência nas ruas. Ele era um brigão e estava mobilizando veteranos. Uma das definições do fascismo é que a violência é uma ferramenta política legítima, então esse foi o começo de como seria a era dos Camisas Negras de Mussolini - disse Martland.

Embora Martland diga que o MI5 foi "astuto" em recrutar Mussolini, duvida que "Il Duce" gastou o dinheiro que ganhou dos britânicos na sua campanha bélica.

- Parte do dinheiro subvencionou seu jornal, mas conhecemos Mussolini e sabemos que ele era um mulherengo. Ele achava que era um super-homem, então não é descabido pensar que grande parte deste dinheiro foi para suas amantes - explicou.

Reuters

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A História da Pizza

A história da pizza começa há mais de 3 mil anos. No antigo Egito, havia o costume de comemorar o aniversário do Faraó comendo uma "schiacciata" (amassada) temperada com ervas aromáticas. Na Grécia Antiga, Erodoto reporta diversas receitas babilônicas que se remetem a "schiacciate" e "focacce" de diversos tipos. Os romanos faziam as "focacce" de "farro" (trigo), daí se acredita que tenha nascido a palavra farinha, enquanto que o termo pizza deve derivar de "pinsa", particípio passado do verbo "pinsère" (amassar, moer). Virgílio narra em algumas de suas obras, o hábito dos agricultores de moer grãos de trigo, misturar a farinha com ervas aromáticas e sal, amassá-la para rende-la mais fina, dando-lhe uma forma redonda. E, depois, assá-la no calor das cinzas do "fogão". Durante todo período medieval e renascentista, podem ser encontradas referências a este alimento, com variações regionais na forma de assar e ingredientes. Podemos então dizer que, o ancestral da pizza é um alimento típico das civilizações ao redor do Mediterrâneo, mas é nos becos de Napoli que ele encontra sua pátria.

Dois são os ingredientes fundamentais da pizza: a "mozzarella" e o tomate.

O primeiro é uma herança dos "longobardi"(lombardos) que, após a queda do império romano, levaram o rebanho bubalino para o sul, estabelecendo-se entre o Lazio e a Campania, e fornecendo o leite para a fabricação da "mozzarella"

O segundo foi importado do Perú para a Europa pelos colonizadores espanhóis, sendo inicialmente utilizado para cozinhar o molho, sendo depois usado como condimento para a pizza. Após as rejeições iniciais, o tomate tomou conta da culinária italiana e, em especial, da napoletana.

A verdadeira pizza napoletana nasce por volta de 1730 na versão marinara. A partir daí, nascem estabelecimentos especializados em preparar este prato, difundindo-se em todas as classes sociais. Em 1800 conhecemos a versão "margherita", que receberá seu nome de batismo em 1889, por ocasião da visita do Rei Umberto I e da Rainha Margherita. O melhor pizzaiolo da época, Raffaele Esposito, foi convidado a preparar a pizza para a côrte, e a fêz em 3 versões:

- Pizza alla Mastunicola (banha, queijo e basilico)
- Pizza alla Marinara (tomate, alho, azeite e oregano)
- Pizza al Pomodoro e Mozzarella (tomate, azeite, mozzarella e basilico)

A Rainha apreciou muito a de "pomodoro e mozzarella", e teceu tantos e efusivos elogios que o pizzaiolo a batizou com seu nome chamando-a de Pizza Margherita.

Até meados de 1900 a pizza e as pizzarias permanecem como um fenômeno tipicamente napoletano, mas após a segunda guerra mundial, e na onda da imigração que a pizza abandona as fronteiras do sul da Itália invadindo o norte e o exterior, tornando-se hoje o fenômeno mundial que conhecemos.

Hoje, é conhecida e apreciada em todos os quatro cantos do mundo e por pessoas de todas idades e culturas. Por isso, devemos fazer com que a tradição da verdadeira pizza napoletana seja passada e, principalmente, tenha sua qualidade garantida pelos ingredientes e modo de preparação corretos.

Em breve, teremos receitas, curiosidades, e muito mais sendo discutido nesse espaço. E você, conhecia a história da pizza? tem alguma sugestão pra esse espaço?

Portal Itália

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um Pouco da Historia da Ferrari


A Ferrari é a Scuderia mais antiga da Fórmula 1, e também a mais bem sucedida. Além de possuir a maior e mais fanática torcida, a equipe bateu todos os recordes da categoria. Com 15 Mundiais de construtores, 15 de Pilotos, 216 voltas mais rápidas, 622 Pódios, 203 Poles e 209 vitórias.

A Ferrari foi fundada em 1950, por Enzo Ferrari. Mas só foi saborear o gosto da vitória em 51, quando José Froilán González subiu ao lugar mais alto do pódio, no GP da Inglaterra. A partir daí, começou o sucesso, e no ano seguinte, 52, o Mundial de Pilotos já ia para a Ferrari, com Alberto Ascari. Porém o primeiro Mundial de Construtores só veio em 61. O maior vencedor de todos foi Michael Schumcher, que colaborou com grande parte dos títulos da Scuderia. Pilotando para a equipe desde 96, o alemão fez parte da grande seqüência de vitórias entre 99 e 2007.

Apesar do currículo vitorioso, a história nem sempre foi de comemorações. A Scuderia passou por longos períodos de jejum, entre 64 e 75, e entre 83 e 99, sem um Mundial de construtores. E entre 79 e 2000 sem um Mundial de Pilotos. Outro destaque negro na história da Ferrari é o recorde de acidentes fatais, seis. Eugenio Castellotti, Luigi Musso, Peter Collins, Wolfgang von Trips, Lorenzo Bandini e Gilles Villeneuve nos deixaram honrando a Scuderia.

Mundiais de Construtores: 1961, 1964, 1975, 1976, 1977, 1979, 1982, 1983, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2007

Mundiais de Pilotos: 1952, 1953, 1956, 1958, 1961, 1964, 1975, 1977, 1979, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2007.

do Blog Testa Rossa

sábado, 18 de abril de 2009

A Última Ceia de Da Vinci

Leonardo da Vinci, artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi em Anchiano, enquanto para outros, foi numa cidade, situada na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre as cidades italianas de Florença e Pisa.

Foi um dos mais importantes pintores do Renascimento Cultural, época em que se deixou de acreditar em Deus como razão de todas as coisas, passando a acreditar no poder do homem de julgar, criar e construir. É considerado um gênio, pois se mostrou um excelente anatomista, engenheiro, matemático músico, naturalista, arquiteto, inventor e escultor. Seus trabalhos e projetos científicos quase sempre ficaram escondidos em livros de anotações (muitos escritos em códigos), e foi como artista que conseguiu o reconhecimento e o prestígio das pessoas de sua época.

Uma de suas principais obras é a "Última Ceia", localizada no refeitório do convento de Santa Maria delle Grazie em Milão. Esta obra foi uma encomenda do Duque Lodovico Sforza, protetor de Da Vinci. A pintura representa, para alguns, a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos antes de ser preso e crucificado, como descreve a bíblia em João 13:21. É um dos maiores bens conhecidos e estimado do mundo. Ao contrário da maioria das pinturas, nunca foi possuída particularmente, pois não pode ser removida de seu local de origem. Ao longo dos três anos de criação (1495-1497), Leonardo dedicou-se integralmente a esta obra, fato raro para um pintor de sua importância. Mas infelizmente, com o tempo, a imagem sofreu diversas agressões, desde a umidade natural da parede, passando por uma abertura de uma porta, feita pelos padres, até o bombardeio aéreo durante a 2º Guerra Mundial.

A Última Ceia foi parcialmente pintada na forma tradicional de um afresco, com pigmentos misturados com gema de ovo ao reboco úmido, incluindo também um veículo de óleo ou verniz. Entretanto, nesta obra, Da Vinci testou uma nova composição de tintas com predominância da Têmpera, não tendo muito sucesso. Este experimento não foi devidamente testado, não se adaptando adequadamente ao clima da região. Sendo assim, ainda antes de terminada, a pintura já se encontrava com pontos deteriorados, que se agravaram com o tempo.

Um dos momentos mais dramáticos da história, segundo os evangélicos, a figura mostra o momento em que Jesus anuncia aos apóstolos que alguém, entre eles, o trairia. Ao centro está Cristo com os braços abertos, em um gesto de resignação tranqüila, formando o eixo central da composição. A partir dele, são representados os discípulos, que, do ponto de perspectiva, são exatos. Podemos reconhecer, da direita para a esquerda: Simão, Tadeu, Mateus, Felipe, Tiago (o Maior), Tomé, João, Judas, Pedro, André, Tiago (o Menor) e Bartolomeu.

Existem teorias de que Leonardo teria dado uma interpretação particular para a pintura. Uma das teorias diz que o discípulo ao lado direito de Jesus, ao invés de ser João, seria Maria Madalena, por possuir traços femininos. É curioso notar que as cores das roupas de Maria e Jesus são opostas: Maria usa um vestido azul e uma manta vermelha e Jesus uma veste vermelha, com uma manta azul, o que, segundo alguns, pode ter semelhanças com a representação oriental do Yin-Yang, o equilíbrio entre o masculino e feminino, formando ambos um casal. Ao lado de Madalena, Pedro estaria curvado de forma ameaçadora, e com a mão em direção ao pescoço, significando um gesto negativo, ou de morte. Muitos acreditam nisto, pois representaria o ciúme que Pedro sentia, pelo fato de Jesus confiar mais responsabilidades a ela do que aos apóstolos. Pode-se notar ainda que, abaixo de Pedro, existe uma mão segurando um punhal, que não pertence a nenhuma das figuras ilustradas.

Entretanto esta teoria estaria incorreta, pois na figura constam apenas 13 figuras, estaria faltando um apóstolo. Contudo, se analisarmos melhor, o homem que está faltando poderia ser Judas Iscariotes, que segundo a bíblia, teria saído da sala prematuramente, após ter recebido seu bocado. Ficando assim apenas Jesus, Maria Madalena e 11 discípulos.

Será que Da Vinci realmente pensou em todos estes detalhes, com estas interpretações? Será que isto é obra do acaso? Porque ele faria isto?

Fonte: Portal Itàlia

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Informações geográficas, culturais e econômicas da Itália


DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 301.302 km²
CAPITAL: Roma
POPULAÇÃO: 58,8 milhões (estimativa 2005)
MOEDA: Euro
NOME OFICIAL : República Italiana (Repubblica Italiana)
NACIONALIDADE: italiana
DATA NACIONAL: 25 de abril (Dia da Libertação).

GEOGRAFIA DA ITÁLIA:

MAPA DA ITÁLIA
LOCALIZAÇÃO: sul da Europa.
FUSO HORÁRIO: +4h em relação à Brasília
CLIMA DA ITÁLIA : mediterrâneo (SUL), temperado oceânico (NORTE).
CIDADES DA ITÁLIA (PRINCIPAIS): Roma, Milão, Nápoles, Turim, Palermo, Gênova, Veneza, Florença.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: italianos 97,7%, outros 2,3% (censo de 1996).

IDIOMA: italiano (oficial), dialetos italianos, alemão, rético, francês, grego, albanês, sardo.

RELIGIÃO: cristianismo 83,2% (católicos), sem filiação e outras 16,8%.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 195 hab./km2.

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0% ao ano (1995-2000).

TAXA DE ANALFABETISMO: 1,5% (censo de 2000).

RENDA PER CAPITA: US$ 28.760 (estimativa 2007).

ECONOMIA DA ITÁLIA :
Produtos Agrícolas: beterraba, uva, milho, tomate, trigo.
Pecuária: bovinos, suínos, bovinos, aves.
Mineração: petróleo, sal rochoso, feldspato, linhito, pedra-pome.
Indústria: máquinas, refino de petróleo, alimentícia, metalúrgica, química.


Consulado Italiano
Av. Higienópolis, 436 - Higienópolis
CEP 01238-905 - São Paulo - SP
tel. (0xx11) 3663-7800
fax (0xx11) 3825.6443

Embaixada da Itália
Tel. (061) 443-0044, fax (061) 443-1231, e-mail: embitcult@embitalia.org.br - Brasília, DF.